segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

65º Congresso MTG de 13 a 15/01/2017

Aconteceu em Bento Gonçalves, 11ª Região MTG/RS no CTG Laço Velho o 65º Congresso do MTG/RS onde foi reeleito Nairoli Callegaro para a Gestão 2017 do MTG/RS.
Importantes propostas, moções e reflexões foram feitas nesse Congresso, que irão impactar no desenvolvimento do Movimento Tradicionalista Gaúcho no sentido de cada vez mais cumprir com seus princípios norteadores.
Paulo Guimarães
Editor chasquepampeano


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Incentivadores do Dia da Pilcha comemoram aprovação do projeto

Por :  /

Objetivo é incentivar uso da indumentária gaúcha além da Semana Farroupilha
Com a aprovação do Dia da Pilcha, a indumentária gaúcha ganha um dia especial para ser usada em Não-Me-Toque: toda última sexta-feira de cada mês. A nova lei, iniciativa do Poder Legislativo aprovada por unanimidade em sessão ordinária no dia 8 de abril, incentiva as manifestações e a preservação cultural das tradições gaúchas no município.  A autoria do projeto é dos vereadores Maninho (PTB), Ibanez (PT), Paulinha, Kexinho e Pedro Paulo (PP).
Autor da ideia do Dia Municipal da Pilcha, o chefe dos Correios, Paulo Junior Gomes da Silva, não esconde a felicidade de o projeto ter sido aprovado e virado lei municipal.
– Estou orgulhoso. Este era um grande anseio. Temos que pensar agora como será o envolvimento das pessoas e o interesse da comunidade para usar a pilcha – disse Paulo determinado a fazer com que a lei não caia no esquecimento.
Patrão do CTG Galpão Amigo no ano passado, Clézio Goettems, que adota o uso da bombacha no dia a dia, ficou extremamente satisfeito e considera que o trabalho não pode parar. Depois de longas conversas em 2012, o objetivo é transmitir à comunidade trabalhando a parte cultural e artística em torno do Dia da Pilcha.
– Temos que orientar o que pode ser usado no trabalho, na escola e no dia a dia, esse é nosso papel – comentou Clézio.
Passada essa etapa, a divulgação do Dia da Pilcha fica sob a responsabilidade das entidades culturais ligadas ao Movimento Tradicionalista Gaúcho e possibilita receber incentivos do Poder Público nos programas e ações culturais do município.
Uma das possibilidades para Paulo é realizar visitas nas empresas e escolas do município divulgando a ideia para quem quiser cultivar a tradição gaúcha.
– Queremos ver a população sentindo-se à vontade para usar a roupa tradicional fora dos dias que antecedem ao 20 de setembro – pensa Paulo.
O tradicionalista Mateus Keller, 23 anos, coordenador da Invernada Jovem do CTG Galpão Amigo, centro de tradições que integra desde os quatro anos de idade, lembra que a lei Nº 8.813, de 10 de janeiro de 1989 já oficializa como traje de honra e de uso preferencial no Rio Grande do Sul, para ambos os sexos, a indumentária denominada “Pilcha Gaúcha”. Ele acredita que a lei pode estimular o avanço para cultura, mas pensa que indiferente das leis, o que vale é valorizar a cultura gaúcha em todos os momentos, seja prestigiando a parte artística, os esportes campeiros ou a história.
– Que bom que a lei valoriza o uso da pilcha, mas acho importante termos atitudes que valorizem nossa cultura sempre, não ficarmos restrito a um dia por mês – opinou Mateus.

LEI ESTADUAL
LEI Nº 8.813, DE 10 DE JANEIRO DE 1989.
Oficializa como traje de honra e de uso preferencial no Rio Grande do Sul, para ambos os sexos, a indumentária denominada “PILCHA GAÚCHA”.
DEPUTADO ALGIR LORENZON, Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.
Faço saber, em cumprimento ao disposto no § 5º do artigo 37 da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa decretou e eu promulgo a seguinte Lei:
Art. 1º – É oficializado como traje de honra e de uso preferencial no Rio Grande do Sul, para ambos os sexos, a indumentária denominada “PILCHA GAÚCHA”.
Parágrafo único – Será considerada “Pilcha Gaúcha” somente aquela que, com autenticidade, reproduza com elegância, a sobriedade da nossa indumentária histórica, conforme os ditames e as diretrizes traçadas pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho.
Art. 2º – A “Pilcha Gaúcha” poderá substituir o traje convencional em todos os atos oficiais, públicos ou privados, realizados no Rio Grande do Sul.
Art. 3º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 4º – Revogam-se as disposições em contrário.
Assembleia Legislativa do Estado, em Porto Alegre, 10 de janeiro de 1989.

LEI UM MUNICIPAL
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL NÃO-ME-TOQUE/RS
LEI N° 4.198 de 9 de abril de 2013
OFICIALIZA o DIA da PILCHA no Município de Não-Me-Toque
Antônio Vicente Piva, prefeito do município de Não-Me-Toque/RS, faço saber que a Câmara de Vereadores aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei:
Art. 1°. É oficializado o “DIA DA PILCHA”, como incentivo à manifestação e à preservação cultural das tradições gaúchas no Município de Não-Me-Toque, nos termos do art. 194 da lei Orgânica.
Art. 2°. O “DIA DA PILCHA” constitui-se no incentivo ao uso da indumentária gaúcha e será realizado sempre na última sexta-feira de cada mês.
Parágrafo único. É considerada “Pilcha Gaúcha” somente aquela que, com autenticidade, reproduza com elegância, a sobriedade da nossa indumentária histórica, conforme os ditames e diretrizes traçadas pelo Movimento tradicionalista Gaúcho, assim definida pela Lei Estadual n° 8813 de 10 de janeiro de 1989.
Art. 3°. A divulgação e a realização do “DIA DA PILCHA” ficará a cargo das entidades culturais e tradicionalistas ligadas ao Movimento Tradicionalista Gaúcho e poderá receber incentivos do Poder Público Municipal de acordo com os programas e ações culturais do município.
Art. 4°. No mês de setembro, durante a Semana Farroupilha, a Câmara de Vereadores poderá disponibilizar de um espaço Gaúcho, nas dependências da mesma.
Art. 5°. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Gabinete do Prefeito do Município de Não-Me-Toque – RS, em 9 de abril de 2013.
Antônio Vicente Piva – Prefeito Municipal
Colaboração Hilton Araldi

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Festival Nacional da Cultura Gaúcha 2017




O Festival Nacional da Cultura Gaúcha é um evento multi-etapas com regulamento próprio e será realizado nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Ficam instituídas as etapas conforme cronograma abaixo:

1ª Etapa – Esmeralda 26 e 27 novembro de 2016
2ª Etapa – Espumoso 25 e 26 fevereiro de 2017
3ª Etapa – Turvo 29 e 30 de abril de 2017
4ª Etapa – Vacaria 10 e 11 junho de 2017
5ª Etapa – Chapecó 22 e 23 Julho de 2017
6ª Etapa – Canoas (data a confirmar) setembro de 2017
7ª Etapa – São José 14 e 15 outubro de 2017
8ª Etapa – Carazinho 9 e 10 dezembro de 2017

(Em breve o chasque de cada etapa)


Conforme descrito no regulamento, será obrigatório informar nas inscrições o nome de todos os componentes dos grupos de danças e as datas de nascimento de todos os participantes, sejam individuais ou coletivos.



Fonte: Volta de Honra e portal Identidade Campeira

Hoje é dia dos Santos Reis





No flagrante acima, Paixão Côrtes e Os Três Xirus (com o saudoso Leonardo tocando tambor a esquerda, Elmo Neher ao violão e Bruno Neher com o acordeom) numa cantiga de reses.

Folia de Reis é um festejo de origem portuguesa ligado às comemorações do culto católico do Natal, trazido para o Brasil ainda nos primórdios da formação da identidade cultural brasileira, e que ainda hoje mantém-se vivo nas manifestações folclóricas de muitas regiões do país.

Na tradição católica, a passagem bíblica em que Jesus foi visitado por reis magos, converteu-se na tradicional visitação feita pelos três "Reis Magos", denominados Melchior, Baltasar e Gaspar, os quais passaram a ser referenciados como santos a partir do século VIII.

Fixado o nascimento de Jesus Cristo a 25 de dezembro, adotou-se a data da visitação dos Reis Magos como sendo o dia 6 de janeiro que, em alguns países de origem latina, especialmente aqueles cuja cultura tem origem espanhola, passou a ser a mais importante data comemorativa católica, mais importante, inclusive, que o próprio Natal

Mas como se compõe e qual a função do Terno de Reis?

Segundo o folclorista Paixão Côrtes, é variável o número de participantes de um "terno" pois nem sempre os cantadores são também instrumentistas, e isto obriga a uma maior divisão de funções. No geral, não vai além de oito pessoas: o mestre ou guia e o ajudante de mestre; contra-mestre e ajudante de contra-mestre; o tipe; o tambor; o triângulo e a rabeca. O mestre, que é o diretor, deve não só ser um bom repentista como também um bom conhecedor da história do nascimento de Jesus, principalmente no que se refere à visita dos Reis Magos. É o mestre (em primeira voz) que inicia o canto acompanhado de seu ajudante (em segunda voz); o verso é então repetido pelo contra-mestre e seu ajudante, também em primeira e segunda voz, respectivamente. O tiple ou tipe ou ainda tipi, é ordinariamente uma criança que se encarrega de cantar as firmatas características do segundo e do quarto verso de cada estrofe ou somente deste último. Podem existir um ou dois tipes em cada terno. Sobre esta figura assim se expressou o folclorista Mário de Andrade: "A mim me parece que o quipe que 'faz o contracanto' é o mesmíssimo 'tiple', também 'tipe' pela nossa gente folclórica, palavra de terminologia musical espanhola que nomeia o soprano (se trata dum menino) muito generalizada nas cantorias brasileiras para indicar uma voz subalterna.

Embora raro, encontramos o terno acompanhado de pau de fita, boizinho, bumba-meu-boi etc., então com suas representações coreográficas algo dramáticas, lembrando um rancho definido por Mário de Andrade. Aparecem também por vezes homens vestidos de mulheres, bem como os arcos de flores das "jardineiras", os cavalheiros, os porcos, caiteto, uma verdadeira bicharada.

Letra e música

As estrofes de nossos ternos de Reis, são quadrinhas na maioria das vezes de feitura popular, heptasílabas que narram episódios referentes ao nascimento de Cristo. Podemos classificá-las como religiosas e profanas. As primeiras são aquelas que no seu conteúdo mantêm bem vivo o motivo cristão das comemorações da Bíblia. As profanas são as que fogem ao tema do ciclo natalino religioso. Mas antes desta narração encontram-se os versos de chegada ou de saudação, à porta da casa. Os versos compreendem vários ciclos: anterior ou véspera de 25, dia de Natal, de 25 à 1º do ano e de 1º de janeiro ao dia de Reis. As estações são cantadas de acordo com o decorrer dos dias, e obedecem as seguintes principais frases: Chegada, Entrada, Louvação, Peditório, Agradecimento e Despedida.

Cada terno tem mais ou menos decorado um número grande de versos, podendo no entanto "o mestre" acrescentar improvisos que a situação exigir.

São numerosas as melodias existentes. Variam de região para região. Talvez os tipos de instrumentos musicais acompanhantes tenham contribuído para o surgimento dessas variedades. Em nossas pesquisas registramos inúmeras "toadas". As melodias geralmente apresentam duas partes distintas: uma bastante lenta, corresponde aos versos cantados; a outra somente tocada, no geral caracteriza-se por uma aceleração do ritmo.

A seguir damos um exemplo da maneira de como é "tirado" um verso pelos cantores:

Cantam: mestre e seu ajudante
Os três Reis por serem Santos
Os três Reis por serem Santos
Se puseram a caminhar
Repetem: contra-mestre e seu ajudante
Os três Reis por serem Santos
Os três Reis por serem Santos
Se puseram a caminhar
Cantam: mestre e seu ajudante
Procurando Jesus Cristo
Procurando Jesus Cristo
Em Belém foram encontrar
Repetem: contra-mestre e seu ajudante
Procurando Jesus Cristo
Procurando Jesus Cristo
Em Belém foram encontrar

Em outros ternos, porém, cantam os "reses" quadrinha por quadrinha; assim como as melodias, as maneiras de cantar são também distintas.

Geralmente eles terminam o verso bem "choroso", acrescentando "oi"...
Instrumentos

Os instrumentos musicais que podem considerar como tradicionais são: viola, rabeca, gaita, violão, tambor ou caixa de triângulo.

Comum outrora era a parceira da viola com a rabeca acrescida quase sempre de tambor ou triângulo. Na falta deste último um estribo de meia picaria é também usado.

Atualmente a gaita tomou conta da parte musical, fazendo-se acompanhar do violão e não raro de pandeiro, chocalho e cavaquinho.

Visita

Em traços gerais a visita dá-se da seguinte maneira: no terreiro da casa, o "terno" tendo a frente o "mestre" e o "ajudante", faz em verso de "saudação" ao dono da residência, solicitando permissão para cantarem e ao mesmo tempo justificando-se da sua chegada:

Chegada
Agora mesmo chegamos
Na beira do seu terreiro
Para tocar e cantar
Licença peço primeiro

Entrada
Se o proprietário concorda — geralmente muito satisfeito e feliz — abre a porta, convidando o mestre e seus cantadores para passarem. Existe mesmo uma certa tradição que consiste em o proprietário aguardar alguns versos para no caso positivo de receber o terno, acender as luzes da casa.

Porta aberta, luz acesa
Sinal de muita alegria
Entra eu, entra meu terno
Entra toda a companhia

Na saída, após muita cantoria, os cantores e os familiares ficam de alma limpa pela visita que representa a presença do menino Jesus em seu lar.


Fonte: blog do Léo Ribeiro

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Editorial do MTG:Esperança e vontade que se renovam


Ao chegarmos em janeiro o horizonte desponta em nossa frente anunciando um novo tempo, um reiniciar de uma nova uma caminhada, com novos desafios, projetos e objetivos que despertam em cada um o desejo de construir uma sociedade mais justa e igualitária. É chegada a hora de desenvolvermos novas oportunidades, criarmos uma consciência em novas ações que possam ir ao encontro das vontades e necessidades de uma sociedade cada vez mais perturbada pela perda de valores que estruturam e deveriam contribuir para o nosso crescimento.
A cada ano iniciamos nossas atividades no meio tradicionalista convictos de que nosso trabalho contribui para a preservação destes valores. Não vamos voltar ao passado, não retornaremos mais aos primórdios do movimento, as mudanças sociais nos indicam um novo comportamento, mas não a volta àqueles tempos. Devemos estabelecer um modelo capaz de ser agregador, um grande entendimento coletivo que estamos no momento de compreendermos o verdadeiro sentido do voluntariado. Ser voluntário, nestes tempos, não significa fazermos favores, mas prestarmos um serviço à sociedade de uma forma consciente, responsável pela consequência de nosso esforço e nossa abnegação em ajudar as pessoas e as instituições. Este, acredito seja nosso grande desafio que enfrentaremos diante de nossa Federação e todas as entidades, sejam filiadas ou não ao MTG.
Os próximos anos nos apontam para buscarmos um equilíbrio entre nossos valores fundamentais, dos quais jamais poderemos abrir mão, valores que são nossa identificação cultural e regional, e as mudanças avassaladoras que a cada dia invadem nosso meio, com a tentativa de corromper seja de forma consciente ou meramente impulsionada por interesses comerciais. Somos movidos por uma sentimento capaz de transpor e vencer todas estas dificuldades. Buscamos de uma forma democrática encontrar alternativas contemplativas, inteligentes, que enfrentem estas questões e nos fortaleçam indicando o caminho a ser seguido.
Entender estes movimentos sociais pertence a este desafio. Fazer os ajustes cabe a cada um. Desenvolver atitudes e entendimento coletivo deve ser o nosso norte, a nossa luta, o caminho a ser seguido. Por isto a cada ano iniciamos esta caminhada que já dura setenta anos, quando aqueles jovem resolveram enfrentar o momento social de sua época. Eles construíram um modelo e deram um “Basta”. Acredito que é chegado o momento de renovarmos aquele ato, renovarmos atitudes, comportamentos, realizarmos a transição de um período para um novo tempo. Talvez tudo isto seja só um sentimento, vontades, desejos, ou efetivamente a necessidade de pararmos para pensar e refletir. E de uma forma calculada, medida, sensata e harmoniosa iniciarmos esta transição. Mas tudo passa pelo momento que chamo de “mágico”, um momento de um grande entendimento, quando tivermos a humildade e grandeza de colocarmos de lado os desejos pessoais.
Que venha 2017 com força e determinação e que cada um faça seu melhor, dentro do melhor que tem, buscando uma condição melhor para fazer ainda melhor. Um abraço a todos; força e luz.
Nairo Callegaro
Presidente do MTG

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

65º Congresso Tradicionalista Gaúcho será realizado em Bento Gonçalves


O Movimento Tradicionalista Gaúcho, a 11ª Região Tradicionalista e a Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves realizam, de 13 a 15 de janeiro, o 65º Congresso Tradicionalista Gaúcho. A exemplo de 2015, o evento será realizado em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, no CTG Laço velho - Rua Quinze de novembro, nº 125.
Confira a Programação
13/01/2017 - sexta-feira
08h - Abertura da 83ª Convenção Tradicionalista Extraordinária
09h - Início credenciamento do 65º congresso
16h30 - Sessão preparatória do 65º congresso para escolha da mesa diretora
17h30 - Chegada da Chama Crioula
18h - 1ª Sessão Plenária
20h - Sessão solene de abertura
21h – Jantar
14/01/2017 – Sábado
09h - 2ª sessão Plenária
10h - 3ª sessão Plenária
11h - Sarau Literário em homenagem aos 50 anos do MTG
12h - Almoço e Encerramento do credenciamento
14h - 4ª sessão Plenária – Prestação de contas da Gestão atual
14h30 - Lançamento do livro: Desfile e Cavalgadas com Bandeiras - Tradicionalismo Gaúcho, de Alberto Rosa Rodrigues
14h30 - Instalação da assembleia Geral Eletiva para conselho Diretor – Início votação
14h45 - Formatura do cFor Avançado
16h - 5ª sessão Plenária
17h - Encerramento das votações para o conselho Diretor e para sediar o 66º congresso
19h - resultado das eleições e local do 66º Congresso
19h30 – Sessão Especial do Conselho Diretor para Eleição do Presidente e vice-presidentes
21h – Jantar
15/01/2017 – Domingo
08h30 – 1ª reunião ordinária do Conselho Diretor e 1ª Reunião dos Coordenadores Regionais 11h – Sessão solene de Encerramento e Posse do novo Conselho Diretor, Junta Fiscal, Departamento Jovem e dos coordenadores regionais
12h30 – Almoço de Encerramento
Serviço:
O que: 65º Congresso Tradicionalista Gaúcho
Quem: MTG, 11ª RT e Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves
Quando: 13 a 15 de janeiro de 2017
Onde: Bento Gonçalves/RS
Endereço: Rua Quinze de novembro, nº 125
Informações: 51 9 9370 0619 e imprensa@mtg.org.br
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Sandra Veroneze
Assessoria de Imprensa MTG